A direção da Escola de Artes da Bairrada (EAB), com mandato até 2026, apresentou a sua demissão no dia 1 de fevereiro, justificada com a perda de confiança no presidente, Acácio Carvalho, que também se demitiu, cinco dias depois. Em causa estão movimentos bancários indevidos – transferências da conta da EAB para a conta pessoal de Acácio Carvalho, nomeadamente uma no valor de 20 mil euros, outra de 4.800 euros e uma terceira de cerca de 1.200 euros -, que o agora ex-presidente admitiu, em Assembleia Geral extraordinária realizada a 8 de fevereiro, ter efetuado para uso próprio e sem conhecimento, consentimento ou participação de quaisquer elementos dos órgãos sociais, nomeadamente a tesoureira, “que validou as transferências com a minha indicação, como sendo referentes a pagamentos da escola”, confessou Acácio Carvalho.
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